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Indicações de livros sobre design, identidade de marca, branding, marketing e criatividade para você aprimorar a comunicação do seu negócio.

Identidade de marca

Design de identidade de marca

O livro Design de Identidade da Marca, escrito por Aline Wheeler, é um guia para equipes que trabalham com a gestão de marcas, como o próprio livro é apresentado, mas também para qualquer pessoa que deseja compreender melhor o assunto. A autora apresenta um método em cinco fases para criar e implementar uma identidade de marca de sucesso, indo da pesquisa e análise à estratégia de marca, passando pelo desenvolvimento do design à sua aplicação e de padrões de identidade até chegar ao lançamento e à governança de marca. Além disso, o livro traz 50 estudos de caso, que descrevem metas, processos, estratégias, soluções e resultados de grandes marcas a nível mundial.

Branding + Design

Ao explorar as estratégias de criação de identidades de marca, a autora Sandra Ribeiro Cameira traz nesta obra como a união de forças do branding com o design transforma o trabalho de quem projeta identidades visuais que se destacam no mercado. O livro traz entrevistas com designers, arquitetos e especialistas em branding, além de análises de projetos de quatro grandes marcas brasileiras. 

Marcas Design Estratégico

O papel estratégico do design (e do designer) dentro das equipes de gestão, planejamento e estratégia que trabalham com a gestão de marca das corporações é foco deste trabalho da autora Cecília Consolo. Em uma realidade em que os cenários e os processos se mostram cada vez mais complexos, a autora analisa ferramentas tradicionais do mercado, como o Manual de Identidade e o Brand book, demonstrando os prós e os contras, e apresenta uma nova proposta de modelo dinâmico de gestão da identidade: o Guia de Expressão da Marca, que monitora e acompanha a marca em seu posicionamento e nas oscilações e mudanças dos seus pontos de contato.

Manual de identidade visual

Um guia prático, objetivo e completo para a construção de manuais de identidade visual consistentes, que pode ser usado como um roteiro pelo profissional em projetos de diferentes complexidades. Cada tópico é ilustrado com uma página do manual de identidade da Marca exemplo, criado para tornar a leitura mais didática e visual.

Design thinking

O design thinking é uma metodologia para a solução criativa de problemas para as organizações, negócios e a sociedade como um todo. Tim Brown apresenta as emoções, a mentalidade e os métodos necessários para elaborar o design de tudo, de um produto a uma experiência ou estratégia, de modo inovador.

Branding

The Brand Gap

Marty Neumeier, uma das maiores autoridades em branding do mundo, traz neste livro um curso sobre como a identidade de marca impacta os negócios e suas estratégias. Com clientes como Kodak, Sun e Procter and Gamble, o autor nos oferece uma abordagem fácil e rica em estudos de caso, muitas dicas e conselhos reais, além de um novo dicionário de branding ajudam a transformar uma estratégia de branding na execução do design de marca.

Zag - a estratégia número 1 das marcas de sucesso

Especialista em estratégia de marca e autor do best-seller The Brand Gap, Marty Neumeier mostra nesta obra o que devem fazer as marcas de sucesso. Só com uma diferenciação radical, defende o autor, é possível se destacar em um mercado conturbado como o dos dias atuais.

The Brand Flip

O especialista em marcas Marty Neumeier mostra a você como fazer o salto de um passo orientado para a empresa para um futuro orientado para o consumidor. Você vai aprender como transformar sua marca de uma empresa que oferece produtos para uma empresa que oferece significado, de proteção de valor para a criação de valor, de uma precificação baseada em custo para a precificação baseada em relacionamento, dos segmentos de mercado para as tribos de marcas, e da satisfação do cliente para o empoderamento do cliente.

Depois de 13 anos que Neumeier escreveu The brand gap, a influência das mídias sociais provaram sua teoria central: “Uma marca não é o que você diz que ela é – é o que eles dizem que é”. As pessoas não são mais consumidores ou segmentos de mercado ou pequenos pontos na big data. Eles não compram marcas. Eles se juntam às marcas. Eles querem um voto no que é produzido e como é entregue. Eles estão dispostos a “arregaçar as mangas” e ajudar – não só promovendo a marca para seus amigos, mas contribuindo com conteúdo, ideias voluntárias e mesmo vendendo produtos e serviços.

Scramble

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A marca da vitória

Phil Knight, o homem por trás da Nike, sempre foi uma figura envolta em mistério. Agora, neste livro franco e surpreendente, ele conta sua história. Aos 24 anos, depois de se formar e viajar como mochileiro pelo mundo, Knight decidiu que não seguiria um caminho convencional. Em vez de trabalhar para uma grande corporação, iria à luta para criar algo próprio, dinâmico e diferente.

Com 50 dólares emprestados pelo pai, ele abriu em 1963 uma empresa com uma missão simples: importar do Japão tênis de alta qualidade e baixo custo. E mal acreditou quando conseguiu vender rapidamente todos os calçados de suas primeiras encomendas.

Mas o caminho até tornar a Nike uma das marcas mais emblemáticas, inovadoras e rentáveis do mundo não foi fácil, e Knight fala em detalhes dos riscos que enfrentou, dos concorrentes implacáveis e de seus muitos triunfos e golpes de sorte.

Ele relembra a criação do nome e da logomarca – um dos poucos ícones reconhecidos em todos os cantos do planeta –, os primeiros modelos de tênis e os contratos com grandes atletas. Também destaca as relações com as pessoas que formariam a alma da Nike: seu ex-treinador de corrida, Bill Bowerman, e os primeiros funcionários, um grupo de desajustados geniais que rapidamente se tornou uma família.

Com uma visão ousada e a crença no poder transformador do esporte, juntos eles criaram uma marca e uma cultura que mudariam os parâmetros de desempenho e superação para sempre.

O heroi e o fora-da-lei

Algumas marcas são tão extraordinárias que extrapolam o segmento em que estão; são símbolos de culturas inteiras, admiradas por consumidores em todo o mundo. Esse livro oferece um sistema claramente estruturado que todos os profissionais do mundo dos negócios e do marketing poderão seguir e reproduzir. Os leitores aprenderão como compreender o significado profundo da categoria do seu produto e “reivindicá-la” para a sua marca. O fascinante nessa obra é a discussão como o significado profundo de uma categoria de produto poderá inspirar uma identidade de marca singular e irresistível.

Marketing

Marketing 4.0

Este livro comprova mais uma vez porque Philip Kotler é considerado o pai do marketing moderno. Em seu livro anterior, ele explicou a transição do marketing orientado ao produto (1.0) para o focado no consumidor (2.0) e então para o centrado no ser humano (3.0), em que produtos, serviços e culturas empresariais devem adotar e refletir valores humanos para serem bem-sucedidos.

Agora, junto com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, Kotler examina as importantes transformações na passagem do marketing tradicional para o digital (4.0). Eles mostram não só como a conectividade alterou de forma radical o modo como vivemos, mas como entender os caminhos do consumidor na era digital e adotar um conjunto novo de métricas e práticas de marketing.

Para alcançar o sucesso em um ambiente tão mutável, complexo e competitivo, o marketing deve guiar o consumidor ao longo de uma jornada que começa na apresentação e assimilação da marca e termina na fidelização total.

De tempos em tempos surge um “novo” movimento no marketing, porém desta vez não foram apenas as regras que mudaram, mas toda a sociedade. Marketing 4.0 apresenta uma análise sólida do consumidor do presente e do futuro e oferece as informações necessárias para atingi-los da maneira mais eficaz.

Posicionamento

O Livro que deu origem a todas as estratégias de marketing voltadas para o consumidor. O livro que criou o conceito de ‘Posicionamento Competitivo’, hoje fundamental em todas as práticas de marketing.

A jornada do escritor

Em 1949, no clássico O herói de mil faces, o estudioso Joseph Campbell conceituou a chamada Jornada do Herói: uma estrutura presente nos mitos e replicada em todas as boas histórias já contadas e recontadas pela humanidade. Em A Jornada do Escritor, Christopher Vogler faz uma detalhada e esclarecedora análise desse conceito, tomando como base diversos filmes importantes. Resultado de anos de estudo sobre mitos e arquétipos, somados à experiência de Vogler na indústria cinematográfica norte-americana, esta edição, revisada pelo autor, é uma obra de referência fundamental não apenas para quem deseja escrever boas histórias – bebendo da fonte dos mais belos e fascinantes mitos já criados pela mente humana –, como para quem quer entendê-las melhor, relacionando-as à própria vida.

Confissões de um publicitário

David Ogilvy deixou nas páginas destas Confissões de um Publicitário um dos legados mais sólidos e permanentes para o ofício e para o negócio da comunicação e do marketing. Com inteligência e ousadia, fazendo uso de sua experiência em variadas profissões, e, depois, a serviço de grandes marcas e na administração da agência que fundou, Ogilvy cria ― ou resgata ― os fundamentos para o sucesso na criação de grandes campanhas, na conquista e na manutenção de clientes, em ser um profissional vitorioso nos dois lados do balcão e em comandar uma agência rumo à liderança.Ogilvy leva o leitor à intimidade do processo da criação de ideias, do desenvolvimento de pessoas, do respeito aos parceiros, aos adversários e ao consumidor. Compartilha, abertamente, as “receitas”, sempre aplicáveis, que levaram algumas marcas a realizarem campanhas altamente eficazes com pequenas verbas ― por exemplo, a das camisas Hathaway ―, ou a se tornarem conceitos-ícones em suas categorias ― como a marca Dove ―, ou a aumentarem as vendas vertiginosamente ― como as campanhas de turismo dos Estados Unidos e da França.

O heroi de mil faces

Apolo, Thor, Buda e outros numerosos protagonistas das religiões, das mitologias, dos contos de fada e do folclore universal representam simultaneamente as várias fases de uma mesma história. O relacionamento entre seus símbolos atemporais e os detectados nos sonhos pela moderna psicologia profunda é o ponto de partida da interpretação oferecida por Joseph Campbell, reconhecidamente um dos maiores estudiosos e mais profundos intérpretes da mitologia universal, nesse clássico obrigatório para compreender esse monomito que é a jornada do herói.

Transformando palavras em dinheiro

Copywriting pode ser descrito como a capacidade de transformar palavras em dinheiro. Produzir interesse, em vez de propaganda. Todos os dias somos impactados por milhares de anúncios. Se você acessou as redes sociais hoje, é bem provável que tenha visto dezenas deles. Consegue se lembrar do último? Quase ninguém consegue. Conteúdo é o único tipo de propaganda que você produz o tempo todo e o cliente ainda pede mais. Este livro reúne 42 das melhores técnicas de persuasão, marketing e vendas testadas por Ícaro de Carvalho. Um verdadeiro presente. Trata-se de um manual à prova de desculpas, que tornará a sua comunicação mais sedutora, inteligente e eficiente. Resumindo: você venderá mais e aumentará o seu número de seguidores e clientes, seja você empreendedor, profissional liberal ou influenciador digital. Ao final da leitura, você terá aprendido o poder por trás do verdadeiro copywriting, e descobrirá que toda necessidade é um produto, todo mundo é um cliente e toda conversa é uma oportunidade.

Design

Design para quem não é designer

Robin Williams, de maneira clara e didática, ensina que qualquer pessoa pode elaborar páginas com uma estética melhor. Por ser um livro de design para leigos, a autora dá dicas e ensina truques para as mais variadas situações do dia a dia, que vão desde a elaboração de um simples panfleto até a elaboração de um jornal.

Pensar com tipos

Este não é um livro sobre tipos. É um livro sobre como usá-los. Este livro tenta nos ajudar a pensar com tipografia. A tipografia é uma ferramenta com a qual podemos dar corpo físico a linguagem, dar uma forma concreta ao conteúdo e propiciar o fluxo social de mensagens. Esta obra se dirige a leitores e escritores, designers e editores, professores e estudantes cujo trabalho esteja relacionado com a vida imprevisível da palavra escrita. Da rigidez imposta pelo trabalho com tipos móveis físicos, de metal ou madeira, à flexibilidade oferecida pelo meio digital, o texto evoluiu, passando de um corpo fechado e estável a um ecossistema fluido e aberto cujos atributos de granularidade, cor, densidade e contorno podem ser ajustados de maneira infinita. Pensar com tipos aborda as questões culturais e teóricas que alimentam o design tipográfico. O livro está dividido em três seções: letra, texto e diagrama. A partir da unidade básica que é a letra, aborda as particularidades da organização das palavras em corpos de texto coerentes e sistemas flexíveis. Os exemplos de projetos e os exercícios práticos incluídos explicam como a tipografia pode ser estruturada e porque é estruturada de tal maneira, com a intenção de revelar as bases funcionais e culturais embutidas nas convenções do design. Pensar com tipos é um recurso inestimável para todos aqueles que já tiveram de atravessar o território abismal da página em branco e foram assediados por perguntas como que fonte usar?, de que tamanho?, como compor, alinhar e espaçar todas essas letras, palavras e parágrafos? Um guia que nos ensina a navegar com imaginação dentro do conjunto de normas tipográficas e nos orienta sobre quando é conveniente quebrá-las

A linguagem invisível da tipografia

Designers podem ser apaixonados pela boa tipografia e este livro tem inspirado incontáveis designers ao escolher os tipos. Spiekermann destilou décadas de experiências tipográficas neste vigoroso e gratificante guia. Se você usa tipos – e nos dias de hoje quase todos usam – o estilo sedutor e experiente do autor o ajuda a entender como os tipos aprimoram seu design e reforçam sua mensagem. Esta edição, baseada na edição norteamericana, está inteiramente revisada e atualizada, abrangendo novas tecnologias, tipos recentes e uma discussão de como escolher tipos que atuem melhor na Web, emails, telas e monitores de todos os tamanhos.

A psicologia das cores

Este livro aborda a relação das cores com os nossos sentimentos e mostra como as duas coisas não se combinam por acaso, já que as relações entre ambas não são apenas questões de gosto, mas sim experiências universais profundamente enraizadas na nossa linguagem e no nosso pensamento. Organizada em treze capítulos, correspondentes a treze cores diferentes, a obra oferece um rico painel de informações sobre as cores: de ditados e saberes populares até sua utilização na área de design de produto, os diversos testes baseados em cores, as terapias cromáticas, a manipulação de pessoas, os nomes e sobrenomes relacionados com as cores etc. A diversidade desta abordagem faz do trabalho de Eva Heller uma ferramenta indispensável para todos os que trabalham com cores: artistas, terapeutas, designers gráficos e industriais, decoradores, arquitetos, designers de moda, publicitários, entre outros.

Psicodinâmica das cores em comunicação

As cores influenciam o ser humano, e seus efeitos, tanto de caráter fisiológico como psicológico, intervêm em nossa vida, criando alegria ou tristeza, exaltação ou depressão, atividade ou passividade, calor ou frio, equilíbrio ou desequilíbrio, ordem ou desordem etc. As cores podem produzir impressões, sensações e reflexos sensoriais de grande importância, porque cada uma delas tem uma vibração determinada em nossos sentidos e pode atuar como estimulante ou perturbador na emoção, na consciência e em nossos impulsos e desejos. Entender o que a cor representa e por que é muito mais complexo do que parece, em “Psicodinâmica das cores em comunicação” os autores explicam desde o processo da visão e os efeitos fisiológicos das cores, até a semiótica da cor, material fundamental para a criação de produtos, embalagens, logotipos, cartazes, comerciais, anúncios e até mesmo ambientes com atmosferas adequadas.

A cor no processo criativo

Como ainda são raros no Brasil os estudos sobre as manifestações artística e expressiva da cor, bem como sua importância nos diversos elementos de comunicação e design, a autora inova ao mostrar, a partir do legado deixado pela Bauhaus, como a cor pode ser inserida no processo criativo e quais suas implicações na transmissão de sentimentos, sensações e mensagens. Para isso ela avalia a metodologia didática de quatro de seus grandes mestres, além da marcante influência da obra de Goethe sobre a escola.

O design do dia a dia

Por que alguns produtos satisfazem os consumidores, enquanto outros os deixam completamente frustrados? Em O design do dia a dia, o especialista em usabilidade Donald A. Norman analisa profundamente essa questão, mostrando que a dificuldade em manipular certos produtos e entender seu funcionamento não é causada pela incapacidade do usuário, mas sim por uma falha no design do que foi fabricado. Para o autor, design é mais do que dar uma bela aparência a alguma coisa: é um ato de comunicação, que transmite a essência da operação do objeto e implica o conhecimento do público para o qual ele foi criado. Ao longo dos capítulos, Donald A. Norman dá exemplos de produtos adequados e inadequados, além de mostrar de que forma o excesso de tecnologia pode comprometer a facilidade de utilização do que foi fabricado. Ele também ressalta a importância do poder de observação. Sabendo olhar com atenção a si mesma e aos outros, cada pessoa se torna capaz de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população em geral. Um observador cuidadoso consegue identificar as falhas de cada artigo ou serviço e apontar possíveis soluções para os problemas. Segundo o autor, um bom design reúne prazer estético, arte e criatividade, sem deixar de ser fácil de operar e de usar. As dicas, análises e considerações reunidas em O design do dia a dia tornam sua leitura interessante não só para quem trabalha com a fabricação de produtos, mas para todos nós, que diariamente temos que lidar com as engenhocas criadas por nossos semelhantes.

Novos fundamentos do design

Ellen Lupton, autora de Pensar com tipos, e Jennifer Cole Philips revisitam neste livro o bê-a-bá do design, enfocando temas como ponto, linha, plano, ritmo, equilíbrio, modularidade, tempo e movimento, à luz das mudanças tecnológicas e da sociedade global. Neste guia conciso e visualmente inspirador, as autoras partem de trabalhos de estudantes e exemplos-chave da prática profissional contemporânea que vão desde a criação de marcas, impressos e sinalizações à elaboração de sites e ao design em movimento, para mostrar a importância do equilíbrio entre habilidade técnica e pensamento visual crítico. 

Geometria do design

O que o Novo Fusca, a casa Farnsworth de Mies van der Rohe, os cartazes de Cassandre, a gravura Tauro-maquia 20 de Goya e a catedral de Notre-Dame têm em comum? Uma compreensão profunda dos sistemas de proporções refletidos em seu design. Ideias excelentes fracassam em sua execução devido a uma falta de compreensão dos princípios visuais da composição geométrica por parte do designer. Este livro se propõe a explicar esses princípios em termos visuais, por meio de uma revisão esclarecedora dos sistemas clássicos de proporções (como a seção áurea, a sequência de Fibonacci, os retângulos de raiz, o conceito de razão, a relação entre as formas e os traçados reguladores) e da análise pormenorizada de 40 designs de cartazes, produtos e edifícios cujo agudo senso de proporção legitimou-se com o passar do tempo. Embora a análise geométrica não aborde o contexto cultural em que um design foi elaborado, ela é incrivelmente esclarecedora quanto aos seus princípios compositivos e permite avaliar a primeira reação – intuitiva – do espectador. Esta Geometria do design não pretende usar a geometria como critério de avaliação estética, mas sim analisar o papel que a simetria, a ordem e o equilíbrio visual desempenham na arte e no design para nos ajudar a compreender o funcionamento desses princípios e aplicá-los de maneira eficaz em nosso próprio trabalho.

Semiótica aplicada

Desde o advento da fotografia, então do cinema, desde a explosão da imprensa e das imagens, seguida pelo advento da revolução eletrônica que trouxe consigo o rádio e a televisão, então, com todas as formas de gravações sonoras, também com o surgimento da holografia e hoje com a revolução digital que trouxe consigo o hipertexto e a hipermídia, o mundo vem sendo crescentemente povoado de novos signos. Ora, essa proliferação ininterrupta de signos vem criando cada vez mais a necessidade de que possamos lê-los, dialogar com eles em nível um pouco mais profundo do que aquele que nasce da mera convivência e familiaridade. O aparecimento da ciência Semiótica, desde o final do século XIX, coincidiu com o processo expansivo das tecnologias de linguagem. A própria realidade está exigindo de nós uma ciência que dê conta dessa realidade dos signos em evolução contínua. Proponho que, na Semiótica de Peirce, podemos encontrar uma fonte de inestimável valor para enfrentarmos essa exigência. Além de nos fornecer definições rigorosas do signo e do modo como os signos agem, a Semiótica contém um grande inventário de tipos de signos e de misturas sígnicas. Desse manancial conceitual, podemos extrair estratégias metodológicas para a leitura e análise de processos empíricos de signos: música, imagens, arquitetura, rádio, publicidade, literatura, sonhos, filmes, vídeos, hipermídia etc. Esta nova edição, com três capítulos inéditos, tem uma pretensão didática: servir de auxílio àqueles que desejam aprender como a semiótica peirceana pode ser aplicada. Para isso, as análises são antecedidas de um capítulo de discussão dos conceitos da teoria dos signos. A seguir, há um percurso metodológico dividido em três partes: a primeira parte é elementar porque as análises não atingem níveis de complexidade muito grandes, a segunda parte é intermediária e a terceira é avançada, pois leva a aplicação dos conceitos a níveis de maior sofisticação. É amplo o espectro dos sistemas de signos que as análises tomaram como objeto, justamente para que elas possam servir ao leitor como exemplares dos diversos campos a que a semiótica pode se aplicar: publicidade, embalagens, mídia, arte, vídeos, literatura e instituições.

Design para um mundo complexo

Qual o papel do design no mundo atual, caracterizado ao mesmo tempo pelo excesso de estímulos e pela imaterialidade? Design para um mundo complexo propõe atualizar a discussão realizada em Design para o mundo real, de Victor Papanek, publicado em 1971. O designer norte-americano alertava ali para a crescente perda de sentido do design de matriz modernista, perversamente estetizado diante de um mundo assolado pela miséria, violência e degradação, e conclamava os designers a saírem de seu universo autorreferente para projetarem soluções para a realidade. Mais de quatro décadas depois, somam-se a esse mundo real descrito por Papanek, uma preocupante aceleração da vida, falta de tempo e excesso de informação, sem que isso colabore necessariamente para produzir mais e melhor conhecimento. A leitura do livro, em si vista por Cardoso como um ato de resistência a essa aceleração, expõe os dilemas do design nesse contexto de maneira clara e acessível, tanto para o leigo quanto para o estudioso.

História do design

A primeira e mais completa História do Design, editada, fartamente ilustrada. Da Revolução Industrial até nossa época, Renato De Fusco examina um dos principais fenômenos culturais e socioeconômicos da era contemporânea, com base em seus aspectos mais específicos, projeto, produção, venda e consumo. Tomados como expediente expositivo e analítico, de modo a vencer a lacuna entre teoria e história, eles abarcam um processo de produção que, ao contrário de outros, como os das artes plásticas, não se baseia apenas nos criadores e na obra criada, pois os vendedores, os consumidores, o ambiente cultural e o avanço tecnológico têm aí o mesmo peso, em determinados momentos assumindo mesmo certo protagonismo na cadeia de eventos. O que De Fusco busca, e alcança, é libertar o design de sua posição subserviente à arquitetura, bem como de mitologias e utopismos de ordem estética ou intelectual, exaltando a ‘força das coisas’ e o design como atividade eminentemente prática. Publicação inédita no Brasil, tradução do italiano.

Criatividade

Design is storytelling

O bom design, como o bom storytelling, dá vida às ideias. Mas será que os designers conhecem bem os mecanismos narrativos que dão vida às nossas criações? É possível que já estejamos usando alguns desses mecanismos mesmo sem saber? Que outras técnicas as ferramentas de storytelling podem nos dar para que o resultado do nosso trabalho fale diretamente ao coração de seus usuários? Este livro é um manual que trata justamente desses recursos e estratégias, para ensinar você a aplicar técnicas narrativas à criação de gráficos, produtos, serviços e experiências. Na hora de planejar o design de um aplicativo digital ou de uma publicação cheia de dados, os designers convidam o usuário a entrar e explorar uma cena. Para criar um design de publicações, marcas ou pontos de venda que atraia e fascine, é preciso empregar estratégias de comunicação que guiem o usuário ao longo de uma jornada transformadora. Com este livro, Ellen Lupton revela como funcionam essas dinâmicas e a percepção visual de um ponto de vista narrativo. A partir de dezenas de ferramentas e conceitos explicados de forma vívida e visual, este livro ajudará qualquer profissional de design a compreender, manipular e ampliar o poder narrativo de seu trabalho. Ato 1. Ação > Descubra os padrões narrativos que dão suporte às histórias, como o arco narrativo ou a jornada do herói, e aprenda a aplicar esses padrões na relação que os usuários estabelecem com produtos e serviços. Ato 2. Emoção > Entenda a conexão entre o design e nossos sentimentos e humores. A jornada emocional de um usuário pode ir da irritação ao êxtase, e você pode acompanhar essa jornada. Ato 3. Sensacão > Conheça a importância da percepção e da cognição, processos ativos e transformadores que atuam como chaves. Explore os estímulos inspirados nos princípios da psicologia Gestalt ou o conceito de affordance. Rescaldo > Seu projeto ilustra bem uma ação? Inclui um chamado à ação? Você desenvolveu empatia com usuários em potencial? Você incentiva o usuário a se engajar de forma ativa e criativa? Vamos dar-lhe ferramentas para fazer isso!

Roube como um artista

Verdadeiro manifesto ilustrado de como ser criativo na era digital, Roube como um artista, do designer e escritor Austin Kleon, ganhou a lista dos mais vendidos do The New York Times e figurou no ranking de 2012 da rede Amazon ao mostrar – com bom humor, ousadia e simplicidade – que não é preciso ser um gênio para ser criativo, basta ser autêntico. Baseado numa palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York que em pouco tempo se viralizou na internet, Roube como um artista coloca os leitores em contato direto com seu lado criativo e artístico e é um verdadeiro manual para o sucesso no século XXI. Nesta obra, Austin mostra através de mensagens positivas um olhar gráfico diferenciado, ilustrações, exercícios e exemplos de como o leitor pode “ativar” seu lado criativo. Austin Kleon, corajosamente, desfila novas verdades sobre criatividade: nada é original, então abrace as influências, colete ideias, misture e reimagine para achar seu próprio caminho. Se gosta de um artista, copie-o, e copie as referências deste artista, descubra de quem ele gosta, quem ele copia, quem é a sua influência, e tome tudo isto para si. Seja este artista, até a hora que vai sentir que não está mais copiando e sim criando sua própria versão. Mas para chegar neste ponto é preciso que fique esperto, tenha uma rotina, um emprego fixo que lhe dê dinheiro e que lhe traga suporte para ser “selvagem” e ousado dentro de sua imaginação. O mais importante para os leitores é que Roube como um artista é focado na praticidade. Kleon quer transformar, mudar, fazer o leitor descobrir e ativar sua própria criatividade, e espera conseguir isto com todas as dicas e macetes que cita no livro. Roube como um artista é uma obra curta e intensa, um tiro certeiro para despertar aquele lado criativo que dorme dentro de todos os leitores.

Criatividade e processos de criação

Com o referencial da arte, mas temática interdisciplinar, a autora encara a criatividade como um potencial próprio de todos os humanos. Nos processos criativos em geral importam: percepção, formas, intuição e imaginação, assim como o crescimento e a maturidade das pessoas. Os pensamentos são ilustrados com obras de arte e análises de seu conteúdo expressivo.

Copyright© Todos os direitos reservados. Feito por Nathália Quintão.